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A Embaixada da República Tcheca no Brasil, em parceria com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (UnB) e com o apoio da cidade de Brno, apresenta a exposição “Cisternas subterrâneas de Brno: história, preservação e transformação”, dedicada às históricas cisternas subterrâneas da
colina Žlutý kopec, em Brno. A mostra estará aberta ao público de 5 a 31 de outubro de 2026, na Galeria Christina Jucá da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (UnB), no ICC Norte.
A abertura da exposição está programada para segunda-feira, 5 de outubro de 2026, às 18h30. Na terça-feira, 6 de outubro de 2026, às 10h00, no Auditório Jayme Golubov da FAU-UnB, no ICC Norte, será exibido, em estreia, o filme “Vodojemy Žlutý kopec – os antigos reservatórios de Brno”, produzido por Daniel Rosa, seguida de debate sobre o tema. O documentário traz imagens inéditas das cisternas e o testemunho de Aleš Svoboda, conhecido como o descobridor das cisternas e pesquisador dos espaços subterrâneos de Brno há mais de 40 anos.
A exposição retrata a história dessas monumentais estruturas construídas na segunda metade do século XIX, em um período de rápida expansão urbana da cidade de Brno. As cisternas integravam um moderno sistema de abastecimento de água projetado com base no modelo britânico e implementado sob a liderança do empresário inglês Thomas Docwry, desempenhando por décadas um papel fundamental no fornecimento
de água potável à população da cidade.
Após serem desativadas em 1997, as cisternas estiveram ameaçadas de demolição. Graças ao empenho de especialistas e ao interesse do público em geral, todo o complexo foi declarado patrimônio cultural pelo Ministério da Cultura da República Tcheca em 2019. Após um amplo processo de restauração e revitalização, o local foi reaberto ao público em 2024.
A exposição destaca não apenas a arquitetura singular e as soluções técnicas dessas cisternas históricas, mas também um exemplo bem-sucedido de preservação do patrimônio industrial, demonstrando como estruturas históricas podem ser transformadas em relevantes espaços culturais e turísticos.





