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Uma delegação brasileira está no Senegal até 14 de setembro para realização de uma missão de monitoramento e avaliação do Projeto Cotton Senegal. A iniciativa é coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), em parceria com a Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA) e o governo do Senegal, com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e financiamento do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA).
A programação principal da missão inclui visitas técnicas a unidades demonstrativas e reuniões de avaliação. Nos primeiros dias, a delegação visitou a UTD de Wadiatoulaye (Linkéring) e a AMEX de Vélingara, com encontros entre produtores, AMIPA, ABC e PNUD.
Também foi realizada uma visita à UTD do CRZ (Centro de Pesquisa Zootécnica) de Kolda com os produtores e representantes das instituições parceiras. A agenda seguiu com a visita à UTD de Sinthiou Malème, focando na interação com produtores e técnicos da AMIPA. O encerramento das atividades de campo será dedicado à avaliação dos resultados observados durante as visitas, consolidando as observações para os próximos passos da iniciativa conjunta.
Além das equipes técnicas da ABC e da Amipa, a delegação tem ainda a participação da Representante Residente Assistente para Programas do PNUD, Maristela Baioni, que foi conhecer de perto uma das iniciativas que PNUD desenvolve em conjunto com a cooperação brasileira. Baione visitou as UTDs e seguiu para a capital do Senegal para reuniões com representantes do governo senegalês.
O Projeto Cotton Senegal, de cooperação Sul-Sul na área agrícola, tem transferindo know-how técnico brasileiro em algodão para fortalecer a cadeia produtiva senegalesa. As UTDs funcionam como polos de capacitação e experimentação, onde são testadas e adaptadas tecnologias e manejo apropriados para a realidade local.
A missão reforçou o compromisso do Brasil em apoiar o desenvolvimento agrícola do Senegal, promovendo a troca de experiências e o fortalecimento institucional por meio de parcerias estratégicas e financiamento sustentável.
Fonte: ABC – Agência Brasileira de Cooperação.




