|
Getting your Trinity Audio player ready...
|
O governo do Equador anunciou que Juan Carlos Holguín é o novo ministro das Relações Exteriores e Mobilidade Humana. Em meio às mudanças no primeiro escalão promovidas pelo presidente Guillermo Lasso logo no início de 2022, ele substituirá Mauricio Montalvo, que foi nomeado embaixador na Organização dos Estados Americanos (OEA).
Ex-assessor presidencial, Holguín assumiu o posto nesta segunda-feira, 3, após o encerramento do feriado de Ano Novo no Equador.
De acordo com a nota oficial do governo equatoriano, “a chegada de Holguín ao Ministério das Relações Exteriores pretende sustentar o principal objetivo do Governo na sua política externa: promover acordos comerciais e abrir a economia ao mundo visando continuar a reativação do investimento estrangeiro e do emprego”.
Le damos la bienvenida a Juan Carlos Holguín (@juancaholguin), Ministro de Relaciones Exteriores y Movilidad Humana del Ecuador, aquí les presentamos su hoja de vida⬇️ pic.twitter.com/djqr2kgic8
— Cancillería del Ecuador 🇪🇨 (@CancilleriaEc) January 3, 2022
Trajetória
Ele é um empresário e comunicador ligado ao movimento governante Criando Oportunidades (CREO), que assessorava Lasso desde as eleições presidenciais. Concorreu a prefeito de Quito em 2019, mas sem sucesso. Em 26 de dezembro, Holguín deixou o cargo de embaixador honorário para questões estratégicas, após sete meses de mandato.
Na função de Embaixador itinerante do Equador, Holguín articulou a chamada “diplomacia de vacinas”. Nesse período, após negociar com Estados Unidos, China, Espanha, México e Canadá, o Equador recebeu mais de 29 milhões de doses contra o covid-19.
Conforme o novo chanceler afirmou, essa articulação não demandou orçamento de Estado, recursos públicos ou recursos humanos adicionais. Isso o teria cacifado a assumir a chancelaria, mesmo sem fazer parte dos quadros diplomáticos do país.
Após sua posse, em cerimônia na Sala Amarela do Palácio Carondelet, na capital do país, o novo chefe da diplomacia equatoriana destacou que sua política estará voltada para cumprir o objetivo de “mais Equador no mundo e mais mundo no Equador”, como pede o presidente Lasso. Enfatizou ainda que a diplomacia do país deverá ser “moderna, dinâmica, capaz de criar laços onde não há nenhum e fortalecer os já existentes. “




