EUA e Israel reforçam parceria estratégica em tecnologia
Os governos dos Estados Unidos e de Israel anunciaram uma nova estrutura estratégica de cooperação para aprofundar a parceria em tecnologias consideradas críticas. A iniciativa faz parte do Pax Silica, uma aliança voltada a proteger fronteiras tecnológicas e acelerar avanços científicos, com impacto também no crescimento econômico, na geração de empregos e na segurança nacional.
Redação Diplomacia Business
18/01/2026 · 05h00

Os governos dos Estados Unidos e de Israel anunciaram uma nova estrutura estratégica de cooperação para aprofundar a parceria em tecnologias consideradas críticas. A iniciativa faz parte do Pax Silica, uma aliança voltada a proteger fronteiras tecnológicas e acelerar avanços científicos, com impacto também no crescimento econômico, na geração de empregos e na segurança nacional.
A proposta prevê a continuidade de uma colaboração robusta em pesquisa, desenvolvimento e investimentos em áreas como inteligência artificial, energia, computação avançada, espaço, semicondutores e inovação tecnológica. Um ponto central é a proteção de tecnologias sensíveis, para garantir um ambiente de pesquisa seguro e confiável.
Entre os principais eixos de cooperação estão:
• Inteligência artificial: projetos conjuntos em saúde, cibersegurança e sistemas autônomos, além de programas de capacitação e pesquisa aplicada.
• Espaço: avanço na colaboração por meio dos Acordos Artemis e em ciência espacial.
• Semicondutores: expansão de iniciativas de pesquisa envolvendo empresas dos dois países.
• Robótica e materiais: desenvolvimento de novas tecnologias e materiais para aplicações de alta performance.
• Energia: pesquisa em baterias, otimização de redes e outras fontes avançadas.
• Proteção tecnológica: reforço da segurança em pesquisa e proteção de tecnologias sensíveis.
• Pax Silica Node: integração do ecossistema tecnológico israelense como um “nó” seguro dentro da parceria.
A execução do acordo será orientada pelo Joint Economic Development Group, que atuará como comitê de direção para implementar os projetos.
O documento enfatiza que a parceria reforça a segurança e o desenvolvimento econômico de ambos os países, mas não cria obrigações legais nem compromete recursos financeiros. Qualquer avanço que dependa de mudanças legislativas seguirá os processos internos de cada país.
*Com informações do Governo dos Estados Unidos.





