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O Ministério das Relações Exteriores e dos Expatriados da Palestina condenou os massacres contínuos e o uso da fome como arma por parte da ocupação israelense na Faixa de Gaza. Em comunicado, a pasta ressaltou que os planos oficiais de deslocamento e anexação da Cisjordânia ocupada exigem que países, ONU e Conselho de Segurança reavaliem suas decisões e esforços para frear crimes de genocídio, deslocamento e anexação.

O ministério alertou que as ações do governo israelense ameaçam a paz e a segurança internacionais e enfraquecem a credibilidade das instituições de legitimidade global, aproximando o mundo de uma “lei da selva”, sem regras ou responsabilização.

Entre as medidas apontadas estão a utilização do Capítulo VII da Carta da ONU, a imposição de sanções internacionais ao regime de ocupação e a vinculação das relações diplomáticas à observância do direito internacional. A pasta também destacou que o reconhecimento imediato do Estado da Palestina por países que ainda não o fizeram pode aumentar as chances de implementação da solução de dois Estados.

*A reprodução é permitida, desde que citada a fonte.

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