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Na última semana, Israel foi alvo de ataques terroristas perpetrados por extremistas de dentro do próprio território israelense, do Líbano e da Faixa de Gaza.

As tensões começaram a crescer no dia 4 de abril, quando elementos extremistas tentaram tomar o controle da mesquita Al Aqsa, no Monte do Templo, barricar o local e impedir a entrada e saída de fiéis, profanando o local e colocando o público em risco. Na ocasião, a polícia israelense agiu para impedir as barricadas violentas e a violência a fiéis, com o objetivo de restabelecer a paz e possibilitar uma rotina de culto segura.

Durante o mês de abril, Israel vê o encontro dos principais feriados religiosos do judaísmo, cristianismo e islamismo: a Pessach, a Páscoa e o Ramadã, respectivamente. A resposta aos atentados e provocações visa manter a liberdade de culto e de prática que existe nos lugares sagrados para os membros de todas as religiões, sem qualquer alteração. O esforço se mostra bem-sucedido, o que se evidencia pela duplicação do número de fiéis muçulmanos no Monte do Templo nas últimas sextas-feiras – mais de 100.000 pessoas na última sexta-feira.

A subida dos israelenses, judeus e turistas ao Monte ocorre durante o Pessach e a Páscoa como parte de uma prática que existe há muitos anos, em pequenos grupos e em horários pré-determinados. Para evitar conflitos, não há visitas ao Monte do Tempo durante as orações e aos fins de semana.

Na manhã de sexta-feira (07), um punhado de extremistas islâmicos, incitados por elementos terroristas, realizou uma tentativa de usar o Monte do Templo como ponto de violência e distúrbios. Os manifestantes atiraram pedras e colocaram em perigo o público que rezava ali e rezava na praça do Muro das Lamentações. Sobre o ataque perpetrado a partir do território libanês na quinta-feira (06), cuja autoria foi assumida pelo grupo terrorista Hamas, o governo de Israel afirma considerar o Líbano “responsável por tudo que acontece em seu território. O Líbano deve exercer sua responsabilidade na região e impedir o uso do terrorismo e os disparos de seu território contra Israel”.

Em resposta aos atentados, as Forças de Defesa de Israel (FDI) atacaram instalações militares da organização terrorista Hamas na Faixa de Gaza em resposta. O governo israelense, reforça que não deseja uma escalada de violência, mas afirma que cobrará “um preço significativo pela agressão” e que não irá “comprometer a soberania de Israel nem permitir que nenhum fator ameace a segurança de seus cidadãos”.

As organizações terroristas e elementos extremistas trabalham espalhando boatos e fake news sobre os acontecimentos no local, a fim de incitar mais violência, inflamar a raiva e prejudicar a rotina do Ramadã. O governo Israelense afirma que “as forças policiais e de segurança tomarão todas as medidas necessárias para manter a tranquilidade pública e assegurar a rotina festiva dos membros de todas as religiões”.

* Com informações de Embaixada de Israel.

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