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O Brasil é um dos onze países que integraram o 5º Workshop de Fortalecimento de Capacidades Regulatórias em Cibersegurança, de 9 a 11 de junho em Concepción, na Região do Biobío, no Chile. A participação brasileira no projeto foi conduzida pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), por meio da Secretaria de Segurança da Informação e Cibernética, órgão responsável pela coordenação da política nacional de cibersegurança.

Promovido pela Agência Nacional de Cibersegurança do Chile (ANCI), o encontro reuniu representantes de Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, Jamaica, México, Panamá, Peru, República Dominicana e Trinidad e Tobago. Ao longo dos três dias, as delegações intercambiaram experiências nacionais e compartilham estratégias em temas como a gestão de incidentes em cenários complexos, a implementação de marcos normativos e outros aspectos relevantes para o fortalecimento institucional.

O objetivo da iniciativa é compartilhar experiências, identificar aprendizados comuns e contribuir para o fortalecimento das capacidades dos países participantes em matéria de cibersegurança.

O engajamento do GSI nesse ciclo de cooperação regional já havia se traduzido em contribuições registradas em edições anteriores do projeto. No 3º workshop, o secretário de Segurança da Informação e Cibernética do GSI, André Molina, destacou que a troca de experiências entre os países e a coordenação técnica da ANCI representam uma oportunidade para aperfeiçoar as capacidades regulatórias nacionais. Na ocasião, ele observou que, no caso brasileiro, esse trabalho tem sido especialmente relevante por contribuir de forma significativa ao debate sobre a criação da futura Agência Nacional de Cibersegurança do país.
O workshop integra o projeto “Fortalecimento e desenvolvimento de capacidades na América Latina e no Caribe em matéria de cibersegurança”, financiado pela União Europeia no âmbito da Aliança Digital UE-ALC e da Estratégia Global Gateway. A iniciativa foi implementada pela ANCI, com o apoio da Agência Chilena de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AGCID), ambas instituições do Governo do Chile.

Ao longo de workshops presenciais e virtuais, além de diálogos regionais, o projeto permitiu avançar na identificação de desafios comuns em matéria de marcos regulatórios, modelos de governança e mecanismos de notificação de incidentes, gerando uma base compartilhada de entendimento entre os países participantes. Esse processo contribuiu para fortalecer a cooperação regional, promovendo o reforço das capacidades institucionais e regulatórias, o intercâmbio de experiências e o desenvolvimento de conhecimento aplicado à tomada de decisões públicas, em linha com as experiências e os padrões internacionais.

Fonte: GSI

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