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A Embaixada de Israel no Brasil inaugurou, na quarta-feira (22), a exposição “Cores do Mar Morto”, no Foyer do Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A mostra apresenta o olhar poético do jovem fotógrafo israelense Moshe Bernstein, de 26 anos, sobre o lago mais salgado do mundo.

As imagens captadas por Bernstein evidenciam as cores, texturas e transformações do Mar Morto, revelando, ao mesmo tempo, os impactos da degradação ambiental. Ao percorrer toda a faixa do lago a pé, o artista registrou não apenas a beleza singular da região, mas também os sinais de sua vulnerabilidade — um convite à reflexão sobre beleza, resistência e memória.
Durante a cerimônia de abertura, a encarregada de Negócios da Embaixada de Israel, Racha Atamin, ressaltou que a exposição vai além da contemplação estética:
“Suas fotografias são cápsulas do tempo, registrando traços de uma beleza que talvez nunca mais possamos ver. O Mar Morto, que já foi símbolo de resistência, agora conta uma história de mudança e de crise iminente. A arte pode nos mover à ação, lembrando-nos da responsabilidade compartilhada de proteger o que ainda resta”, afirmou.

Atamin também destacou a afinidade entre Israel e o Brasil na pauta ambiental, mencionando a COP30, que será realizada em Belém (PA), como uma oportunidade de fortalecer a conscientização sobre as mudanças climáticas.
A exposição “Cores do Mar Morto – Fotografias de Moshe Bernstein” fica aberta ao público até o dia 21 de novembro, com entrada gratuita, no Foyer do Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal.



*É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.
Fotos: Emhaixada de Israel no Brasil




