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A “Coalizão pela Ação Multilateral contra os Crimes Ambientais” expandiu sua composição com a adesão de cinco novos países e oito organizações da sociedade civil. O anúncio ocorre às vésperas da segunda reunião do Grupo Intergovernamental de Peritos sobre crimes que afetam o meio ambiente, marcada para ocorrer em Viena, entre 24 e 26 de fevereiro.
Passam a integrar a iniciativa a China, o Marrocos, a Costa Rica, o Equador e a República Centro-Africana. Também aderiram à Coalizão o Instituto Igarapé, a Plataforma Cipó, a Global Initiative against Transnational Organized Crime, a Freeland, o Amazon Underworld, a Wildlife Conservation Society, a Environmental Investigation Agency e a Wildlife Justice Commission.
Criada em novembro de 2025, a Coalizão promove o estabelecimento de um marco jurídico vinculante contra os crimes ambientais no âmbito da Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional (UNTOC). A proposta é fortalecer a cooperação internacional no enfrentamento a delitos como tráfico de fauna e flora, exploração ilegal de recursos naturais e outras práticas associadas ao crime organizado transnacional.
Com as novas adesões, a Coalizão passa a reunir 16 países — entre eles o Brasil — e 10 organizações da sociedade civil, mantendo-se aberta a novos integrantes. A ampliação reforça a articulação política e técnica em torno da construção de instrumentos internacionais voltados à prevenção, investigação e repressão de crimes que impactam o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.
*Com informações do Itamaraty.




