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Em uma iniciativa que uniu diplomacia, cultura e consciência ecológica, a Embaixada de El Salvador no Brasil promoveu uma jornada cultural especial na Escola das Nações, em Brasília. O evento foi idealizado em celebração ao Mês da Árvore Nacional de El Salvador: o maquilishuat, espécie famosa por suas exuberantes flores rosadas e que, em solo brasileiro, encontra seu equivalente no icônico ipê-rosa.
O embaixador de El Salvador no Brasil, Luis Alberto Aparicio Bermúdez, liderou a ação que transformou o ambiente escolar em um pedaço do país centro-americano, reunindo estudantes, professores e famílias em torno das tradições e do patrimônio salvadorenho.
Uma viagem cultural: de Fernando Llort às tradicionais pupusas
A programação foi pensada para engajar a comunidade escolar de forma interativa e pedagógica. Os participantes puderam vivenciar de perto a riqueza cultural do país por meio de diversas estações temáticas:
Arte Viva: Uma exposição inspirada nas obras do renomado artista Fernando Llort coloriu o espaço, apresentando a identidade visual e o folclore salvadorenho através de formas simples e cores vibrantes.
Sabor Tradicional: O público pôde degustar as famosas pupusas, o prato mais tradicional da culinária de El Salvador, feito com tortilhas de milho ou arroz recheadas.
Geografia e Diversão: Atividades educativas exploraram a famosa “Terra dos Vulcões”, ensinando a geologia local de forma lúdica, seguidas pela tradicional e animada quebra de piñatas.
Fortalecendo laços diplomáticos
Além de celebrar a natureza, o evento teve como foco principal a diplomacia cultural e o fortalecimento das relações bilaterais entre as duas nações. A semelhança entre o maquilishuat e o ipê-rosa serviu como uma metáfora perfeita para a conexão e a amizade que unem El Salvador e o Brasil.
“Esta iniciativa reforça o compromisso da nossa Embaixada em promover a cultura, o patrimônio natural e os valores salvadorenhos, fortalecendo os laços de amizade e cooperação entre El Salvador e o Brasil”, destacou a representação diplomática.
Ao aproximar os jovens brasileiros e a comunidade internacional da história de El Salvador, a Embaixada planta não apenas a semente da preservação ambiental, mas também a do respeito e da cooperação mútua entre os povos.




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