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A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) reiterou sua mais veemente condenação à guerra considerada “brutal e não provocada” conduzida pela Federação Russa contra a Ucrânia. Segundo a Aliança, o conflito representa uma grave violação dos princípios fundamentais do direito internacional e da ordem internacional baseada em regras.
A OTAN ressaltou que a Ucrânia é um Estado independente, pacífico e democrático, que mantém cooperação estreita com os países membros da Aliança há mais de três décadas. Essa parceria, conforme destacado, contribuiu para o fortalecimento mútuo, ampliando a segurança coletiva e a estabilidade euro-atlântica.
No comunicado, a Aliança reafirmou seu apoio ao direito fundamental da Ucrânia à autodefesa, conforme previsto na Carta das Nações Unidas. Desde o início do conflito, em 2022, os países aliados vêm coordenando a entrega de assistência ao governo ucraniano, incluindo níveis sem precedentes de apoio militar, financeiro e logístico. O auxílio envolve bilhões de euros em equipamentos, suprimentos, treinamentos e outros recursos considerados essenciais.
De acordo com a OTAN, garantir que a Ucrânia esteja em posição de força é elemento central para a construção de uma solução política justa e duradoura. A Aliança avalia que apenas com capacidade de defesa adequada o país poderá participar de eventuais negociações de paz de forma efetiva e soberana.
Nesse contexto, os aliados afirmam estar intensificando seus esforços para assegurar que a Ucrânia continue recebendo o apoio necessário, reafirmando o compromisso coletivo com a estabilidade regional, a segurança internacional e a busca por uma paz sustentável.
*É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.




