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Nesta quinta-feira (24), após a invasão russa ao território ucraniano, o Itamaraty enviou nota oficial à imprensa afirmando que o governo brasileiro “acompanha com grave preocupação a deflagração de operações militares pela Federação da Rússia contra alvos no território da Ucrânia”.
Membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o Brasil pediu a suspensão imediata das hostilidades, apelou para o “início de negociações conducentes a uma solução diplomática para a questão, com base nos Acordos de Minsk e que leve em conta os legítimos interesses de segurança de todas as partes envolvidas e a proteção da população civil”.
Afirmou ainda que “permanece engajado nas discussões multilaterais com vistas a uma solução pacífica, em linha com a tradição diplomática brasileira e na defesa de soluções orientadas pela Carta das Nações Unidas e pelo direito internacional, sobretudo os princípios da não intervenção, da soberania e integridade territorial dos Estados e da solução pacífica das controvérsias”.




