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Segundo a mídia chinesa, 30 chefes de Estado foram a Pequim para a abertura das Olimpíadas de Inverno, no dia 4. Na ocasião, o presidente chinês Xi Jinping ofereceu um banquete às autoridades, sendo seu primeiro encontro presencial com líderes de Estado desde o início da pandemia de Covid-19, no fim de 2019.
Os encontros bilaterais dos últimos dias, chamados pela mídia de “diplomacia olímpica” serviram para promover avanços importantes. O primeiro resultado foi no acordo “sem limites”, em uma parceria estratégia com a Rússia, anunciada na sexta-feira, após reunião com Vladimir Putin. O jornal Diário do Povo descreveu as relações entre China e Rússia como “importante garantia para manter o equilíbrio estratégico nacional, a paz mundial e a estabilidade”. Já o Global Times chamou de o começo de uma nova era não definida pelos EUA.
O sheik Mohamed bin Zayed Al Nahyan, Príncipe Herdeiro de Abu Dhabi e Comandante Supremo Adjunto das Forças Armadas dos Emirados Árabes Unidos, tratou com Xi Jinping sobre “as relações de amizade e as áreas da parceria estratégica abrangente bilateral e as oportunidades mais promissoras para desenvolvê-las, especialmente nos campos de investimento, econômico, científico e cultural, a fim de atingir os interesses comuns dos dois países e de seus povos amigos”. Também “trocaram pontos de vista sobre os desenvolvimentos no Oriente Médio, enfatizando sua vontade comum de trabalhar pela paz, desenvolvimento e estabilidade na região”, disse o comunicado de imprensa.
Xi disse ao presidente polonês Andrzej Duda que a China busca aperfeiçoar a relação bilateral. A Polônia foi a única nação da União Europeia a enviar um líder eleito para os Jogos, em meio ao boicote diplomático liderado pelos EUA. O Global Times ressaltou que eles devem “aproveitar o potencial de suas economias, comércio e investimento, transporte e logística e novas e altas tecnologias, e elevar a cooperação prática bilateral a um novo nível”
Em uma reunião separada com o primeiro-ministro Imran Khan, Xi prometeu uma cooperação mais estreita sob o programa de investimentos China-Paquistão do Corredor Econômico para construir estradas, usinas de energia e outras infraestruturas.




