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O Secretário-Geral da OTAN, Mark Rutte, visitou a Itália, antes da Cúpula dos Líderes Aliados em Haia. Ele se encontrou com a Primeira-Ministra Giorgia Meloni, e ambos fizeram um balanço dos preparativos finais para a Cúpula. Ele também participou da reunião do grupo Weimar Plus.
O Secretário-Geral disse que “a Itália é uma importante aliada, ativa em todo o território da OTAN, por exemplo, liderando as forças terrestres avançadas da OTAN na Bulgária e em muitas outras missões da OTAN”, acrescentando que a Itália também tem “uma base industrial de defesa muito orgulhosa”.
“Precisamos aumentar nossos gastos com defesa”, destacou o Secretário-Geral. “Estamos seguros agora; não estaremos seguros daqui a três ou cinco anos, então precisamos gastar mais. A nova meta de gastos está realmente enraizada em fatos, em um estudo aprofundado que realizamos coletivamente sobre onde estão as lacunas em nossas capacidades e como devemos preenchê-las; os Ministros da Defesa concordaram com isso na última quinta-feira; e agora cabe aos líderes concordarem sobre os gastos extras necessários para tornar isso possível”, enfatizou.
O Secretário-Geral Rutte também ressaltou a urgência de impulsionar a produção industrial de defesa. “Temos empresas industriais fantásticas nos EUA, em toda a Europa e no Canadá, mas elas não estão produzindo em ritmo acelerado. Portanto, precisamos de mais turnos, mais linhas de produção”, ressaltou.
Por fim, o Secretário-Geral da OTAN reiterou a importância do apoio de longo prazo à Ucrânia. “Precisamos garantir que a Ucrânia esteja na melhor posição possível para, por um lado, [sustentar] o conflito em curso com a Rússia, [após] a agressão russa não provocada contra a Ucrânia, mas também para estar na melhor posição possível quando um cessar-fogo/acordo de paz de longo prazo surgir, para garantir que Putin nunca, jamais, tente isso novamente”, disse ele.
Fonte: OTAN.


