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O governo de Samoa anunciou a decisão de abrir uma embaixada em Israel, com previsão de instalação em Jerusalém a partir de 2026. A medida marca um movimento diplomático relevante para o pequeno Estado insular do Pacífico e insere o país em um grupo ainda restrito de nações que optaram por estabelecer representação oficial na cidade considerada capital por Israel.
A iniciativa foi confirmada pelo primeiro-ministro samoano, La’auli Leuatea Schmidt, que informou ter determinado ao Ministério das Relações Exteriores o início dos preparativos formais para a abertura da missão diplomática. Segundo autoridades israelenses, os dois governos já mantêm diálogo ativo para viabilizar os trâmites administrativos e logísticos necessários.
A decisão ocorre em um contexto internacional sensível. Jerusalém tem status disputado e, por essa razão, a maioria dos países mantém suas embaixadas em Tel Aviv, como forma de evitar posicionamentos explícitos sobre o conflito israelense-palestino. Ao optar por Jerusalém, Samoa adota um gesto político que tend
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