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O agronegócio brasileiro é protagonista em projetos inovadores e sustentáveis ​​que ajudam a garantir a segurança alimentar em todo o mundo. O Brasil tem potencial para se tornar, no setor de alimentos, o que a Arábia Saudita é produção de petróleo. Essas foram as principais mensagens divulgadas pelas autoridades presentes no “Seminário sobre Sustentabilidade e Inovação no Cooperativismo”, realizado em Brasília na quarta-feira (24).

O evento, organizado pelo Canal Rural e Sistema OCB, na sede do Centro Internacional de Congressos no Brasil, encerrou a série “Simpósio sobre Sustentabilidade e Inovação no Cooperativismo”.

Estiveram presentes os ministros Marcos Montes (Agricultura, Pecuária e Abastecimento/Mapa) e Joaquim Leite (Meio Ambiente), além do embaixador Paulino Franco de Carvalho Neto, e o presidente do Banco dos BRICS, Marcos Troyjo.

Exportações para todo mundo

Em sua fala, Troyjo registrou que o Brasil tem vários novos parceiros para a exportação de alimentos, além da Europa.

“Olha que coisa curiosa: hoje, o Brasil exporta mais para Cingapura do que para a Alemanha. Exporta mais para a Malásia do que para a Itália. Exporta mais para a Tailândia do que para a França. Exporta mais para o Vietnã do que para a Suíça; e mais para a Índia do que para o Reino Unido”, exemplificou.

Disse ainda que “O Brasil tem o potencial para se tornar a Arábia Saudita dos alimentos”, exemplificando a força produtiva nacional.

O embaixador e secretário de Assuntos Multilaterais Políticos do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Paulino Franco de Carvalho Neto, classificou o país como “moderno e sustentável”.

Em seguida, reforçou que “a agricultura, a pecuária e até mesmo o desmatamento, por pior que seja, não são responsáveis pela alteração climática”, destacando que essa questão será levada à COP-27, que ocorre em novembro no Egito.

Assista na íntegra:

* Com informações de Canal Rural.

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