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Líderes africanos reúnem-se em Angola para debater a situação da RDC e do Sudão

A Cúpula de líderes organizada por iniciativa de Angola, cujo Presidente, João Lourenço, está à frente da Conferência Internacional dos Grandes Lagos, abordou essencialmente a situação político-militar no leste da República Democrática do Congo (RDC), Sudão e República Centro-Africana entre outras questões de segurança regional. O encontro, no dia 3, em Luanda, contou com a

Rádio França Internacional

05/06/2023 · 04h51

João Lourenço (direita) e Félix Tshisekedi (esquerda), Presidentes de Angola e da República Democrática do Congo © Facebook Presidência de Angola

A Cúpula de líderes organizada por iniciativa de Angola, cujo Presidente, João Lourenço, está à frente da Conferência Internacional dos Grandes Lagos, abordou essencialmente a situação político-militar no leste da República Democrática do Congo (RDC), Sudão e República Centro-Africana entre outras questões de segurança regional. O encontro, no dia 3, em Luanda, contou com a presença de representantes das Nações Unidas, Comunidade Econômica dos Estados da África Central e Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental.

O envio da força de manutenção de paz no leste do Congo Democrático, o desarmamento dos rebeldes do M-23 e o desanuviamento da tensão diplomática entre RDC e Ruanda vão merecer igualmente abordagem durante a cúpula, de acordo com uma fonte diplomática angolana. Ontem foi realizada a reunião de concertação do Comitê Interministerial da Região dos Grandes Lagos que discutiu a instabilidade político-militar, sobretudo no Leste da República Democrática do Congo e no Sudão.

Na abertura da cúpula, o Presidente angolano, João Lourenço, destacou os avanços conseguidos na pacificação do Leste do Congo e apelou à celeridade do desarmamento dos rebeldes do M-23.

Soube-se, entretanto, que pele menos sete países prolongaram a continuidade das suas forças na República Democrática do Congo de forma a reduzir as tensões no país. Segundo os países que compõem esta força regional como o Quênia, Uganda ou Burundi, a missão “ainda não foi cumprida”.

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