Pular para o conteúdo
Diplomacia Business

Franz Graf von Schönborn é o novo embaixador da Ordem de Malta no Brasil

O Brasil tem um novo embaixador da Ordem de Malta no país: Franz Graf von Schönborn, Cavaleiro de Honra e Devoção, foi nomeado Embaixador da Ordem Soberana Militar Hospitalária de São João de Jerusalém de Rhodes e de Malta, para atuar no Brasil. Ele entregou suas cartas credenciais ao embaixador Kenneth Nóbrega, Secretário de Oriente

Redação Diplomacia Business

30/08/2022 · 05h14

José Cruz/Agência Brasil

O Brasil tem um novo embaixador da Ordem de Malta no país: Franz Graf von Schönborn, Cavaleiro de Honra e Devoção, foi nomeado Embaixador da Ordem Soberana Militar Hospitalária de São João de Jerusalém de Rhodes e de Malta, para atuar no Brasil.

Ele entregou suas cartas credenciais ao embaixador Kenneth Nóbrega, Secretário de Oriente Médio, Europa e África do Ministério das Relações Exteriores em 13 de agosto. Também estiveram presentes no encontro Luiz Otávio Monteiro Ortigão de Sampaio, Chefe da Divisão da Europa Meridional e Frei Vicente, Ministro Conselheiro da Ordem de Malta no Brasil.

Nesta segunda-feira (29), foi recebido juntamente com a esposa, pelo presidente Jair Bolsonaro, em cerimônia no Palácio do Planalto.

Schoenborn é alemão, mora em São Paulo. Empresário, sócio e investidor em empresas, já trabalhou em grandes grupos de tecnologia como MAN Group, Credittalt Group, Deutsche Bank e Telefônica; morou na Alemanha, Áustria, Austrália, Reino Unido e Finlândia. Ele passa a chefia a missão diplomática com sede em Brasília, sucedendo o embaixador Bernard Camille Paul Mencier.

O embaixador é responsável pelas relações internacionais da Ordem de Malta, uma organização humanitária reconhecida como entidade de direito internacional privado. Ela dirige hospitais e centros de reabilitação. Possui cerca de 13.500 membros, 80 mil voluntários permanentes e 42 mil profissionais da saúde associados, incluindo médicos, enfermeiros, auxiliares e paramédicos. Seu objetivo é auxiliar os idosos, os deficientes, os refugiados, as crianças, os sem-teto e aqueles com doença terminal e hanseníase (lepra), atuando em 126 países, sem fazer distinção de raça ou religião no seu trabalho humanitário.

ALFSoul — Elevando marcas que vibram
Publicidade

Leia também

Mais da redação