Pular para o conteúdo
Diplomacia Business

Conferência Internacional de apoio à Ucrânia em Paris capta quase €1 bilhão em doações

Estiveram presentes 70 delegados de países e organizações internacionais

Rádio França Internacional

14/12/2022 · 06h42

Reprodução/Diplomacia Business

A conferência internacional de apoio à Ucrânia organizada em Paris nesta terça-feira (13) permitiu angariar quase um bilhão de euros (R$ 5,6 bi) de doações, de acordo com seus realizadores. O país que teve suas infraestruturas destruídas pelos ataques russos, deve agora enfrentar o inverno, com apagões e falta de água. Publicidade

“A ajuda alcança e até ultrapassa os €800 milhões” pedidos pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky na abertura da conferência, declarou a chefe da diplomacia francesa Catherine Colonna.

“Eu estou contente em anunciar que ultrapassamos este valor e que estamos próximos de um bilhão de euros”, completou, durante uma coletiva conjunta com o primeiro-ministro ucraniano Denys Chmygal.

Da soma, €415 milhões serão atribuídos ao setor energético, €25 milhões ao de água, €38 milhões à alimentação, €17 milhões para a saúde e €22 milhões para os transportes. O destino do restante, quase €493 milhões, ainda não foi informado, de acordo com a ministra francesa.

“Nosso país não afundará na escuridão”, declarou Chmygal, agradecendo o “símbolo potente” de apoio à Ucrânia enviado pelo “mundo civilizado”. “Estamos agradecidos a todos os países que continuam sendo nossos aliados nesta época sombria”, acrescentou, prometendo novamente, que a Ucrânia recuperaria sua soberania e sua integridade territorial.

A conferência de apoio à Ucrânia reuniu 70 delegados de países e organizações internacionais visando “ajudar os ucranianos a resistir ao inverno”, explicou em sua abertura o presidente francês Emmanuel Macron.

As forças russas começaram em outubro uma campanha de destruição das infraestruturas civis e energéticas, privando milhões de pessoas de aquecimento e de água.

Soul — Elevando marcas que vibram
Publicidade

Leia também

Mais da redação