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Chefe da ONU sinaliza passo importante após maior troca de prisioneiros entre Rússia e Ucrânia

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, saudou esta quinta-feira a liberação de 230 prisioneiros de guerra ucranianos e 248 russos realizada entre a Ucrânia e a Rússia. A medida é considerada a maior troca desde a invasão em grande escala da Ucrânia pela Federação Russa. O repatriamento foi o primeiro desde agosto de 2023

ONU News

06/01/2024 · 05h01

Reprodução/Diplomacia Business

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, saudou esta quinta-feira a liberação de 230 prisioneiros de guerra ucranianos e 248 russos realizada entre a Ucrânia e a Rússia.

A medida é considerada a maior troca desde a invasão em grande escala da Ucrânia pela Federação Russa. O repatriamento foi o primeiro desde agosto de 2023 e 49º após o início do conflito, segundo agências de notícias.

Imagens da libertação dos prisioneiros Os dois lados ilustram imagens da libertação dos prisioneiros publicadas separadamente.

O líder das Nações Unidas elogia os esforços de ambas as partes e a mediação dos Emirados Árabes Unidos, como terceira parte, em ações “que contribuíram para este desenvolvimento positivo”.

A expectativa de Guterres é que o “passo importante seja seguido por trocas adicionais de prisioneiros de guerra e por outros esforços de reduzir a escalada do conflito.

“Intervenção humanitária” De acordo com os relatos das agências de notícias, entre os ucranianos libertados estão membros das Forças Armadas e da Guarda de Fronteira.

As autoridades de Kyiv revelaram que cerca de 2.598 pessoas já foram postas em liberdade pela contraparte russa em todo o processo.

Já as autoridades do Ministério da Defesa da Rússia teriam relatado dificuldades nas negociações e atribuído o crédito pela troca ao que consideram “intervenção humanitária” dos Emirados Árabes Unidos.

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