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Em 2021, o Chile se tornou o quinto maior destino para produtos brasileiros. Só fica atrás da China, União Europeia, Estados Unidos e Argentina. O país tem como boa característica a diversidade da pauta exportadora – que vai de petróleo a automóveis, de carne bovina ou de frango a máquinas pesadas.

Além disso, o Chile é o segundo maior parceiro do Brasil na América do Sul. Em 2020, a corrente de comércio entre as duas economias somou US$ 6,7 bilhões

Desde janeiro desse ano, empresas brasileiras podem fazer negócios com o Chile com menos burocracia e mais rapidez e garantias, graças a um Acordo de Complementação Econômica firmado entre os dois países, que também engloba compras governamentais. Essa parceria ampliou consideravelmente as oportunidades comerciais para setores como alimentos, médico-hospitalar, farmacêutico, telecomunicação e eletrônicos. A expectativa é que as empresas brasileiras lucrem US$ 15 bilhões ao ano.

Para ajudar os empresários a entenderem o potencial desse mercado e auxiliar nos primeiros passos das negociações, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio da Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), promoverá a Iniciativa Chile em agosto, junto com a Apex-Brasil e o Sebrae.

O projeto é dividido em duas fases: o seminário Oportunidades de Negócios com o Chile, que acontece no dia 3 de agosto, pelas redes sociais da CNI; e a Missão Comercial Brasil-Chile, entre os dias 23 e 26 de agosto, que conduzirá empresários interessados ao país vizinho para participar de reuniões com entidades públicas e privadas, visitas técnicas e encontros de negócios com compradores chilenos.

Mais informações no site da CNI.

* Com informações de Agência Notícias da Indústria.

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