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O Banco Mundial apoia a segunda fase de um projeto com foco nos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais do Cerrado brasileiro. O objetivo é impulsionar a adoção de uma gestão sustentável e resiliente dos recursos naturais e das práticas de subsistência.

A meta é beneficiar diretamente 2,1 mil pessoas, dos quais 30% mulheres, com subprojetos comunitários e atividades de capacitação.

Banco Mundial/Chris Diewald – Primeira fase do programa DGM/FIP beneficiou 19.372 indígenas

Biodiversidade da cadeia produtiva

Por meio dos subprojetos, a iniciativa busca recuperar áreas degradadas, proteger nascentes e córregos e incentivar o uso de fontes de energia limpa. E, também, aumentar a participação das comunidades beneficiárias na biodiversidade da cadeia produtiva. Isso será feito por meio do fortalecimento das ações das redes de sementes e mudas nativas do Cerrado, além da implantação de hortas agroecológicas e sistemas agroflorestais.

O investimento é de US$ 930 mil, que serão gerenciados pelo Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas.

O projeto é financiado pelo Mecanismo de Doação Dedicada para Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, DGM, e recebe recursos dos Fundos de Investimento para o Clima – Programa de Investimento Florestal.

Banco Mundial/Chris Diewald – Mais de 11.000 mulheres foram atendidas na primeira fase do programa.

Jovens e idosos

A primeira fase do programa DGM/FIP teve um aporte de de US$ 6,5 milhões e beneficiou, direta e indiretamente, 34.780 pessoas, incluindo 19.372 indígenas e 11.056 mulheres, além de jovens e idosos. Isso representa quase o dobro da meta.

A iniciativa também contribuiu para um melhor uso da terra e manejo florestal sustentável nos territórios atendidos na primeira etapa.

A meta era de 600 hectares, mas o projeto acabou alcançando 831.

Apresentação: Mariana Ceratti, do Banco Mundial Brasil

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