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No sábado (7 de Outubro de 2023), num ato de guerra, mais de mil terroristas infiltraramse em Israel por terra, mar e ar em vários locais e avançaram em direção às comunidades israelenses e centros populacionais na fronteira com a Faixa de Gaza. Isto foi realizado em conjunto com o lançamento indiscriminado de foguetes contra comunidades, vilarejos e cidades no Sul, no Centro do país e em Jerusalém (mais de 6.600 foguetes e mísseis foram lançados até agora) com a intenção de maximizar os danos aos civis.
Os terroristas penetraram nos assentamentos do Sul e iniciaram uma onda de assassinatos de famílias e indivíduos em suas casas, nas ruas e num festival de música que estava sendo realizado na área. Eles sequestraram todas as pessoas que encontraram quando regressaram à Faixa de Gaza – com ênfase nas famílias, mulheres e crianças.
Até agora, mais de 1.400 pessoas foram assassinadas em Israel e 4.010 ficaram feridas em graus variados. Também é relatado que mais de 199 pessoas são classificadas como desaparecidas ou reféns após serem sequestradas e levadas para Gaza. Entre as vítimas, aproximadamente 152 dos assassinados e 141 dos desaparecidos possuem cidadania estrangeira (incluindo dupla cidadania).
Nos últimos dias, mísseis antitanque e morteiros foram disparados do território libanês contra posições das Forças de Defesa de Israel na fronteira libanesa, enquanto terroristas, sob os auspícios do Hezbollah, tentavam infiltrar-se em Israel. Isto significa que Israel está em guerra contra as organizações terroristas na Faixa de Gaza. As forças de segurança de Israel estão determinadas a proteger os cidadãos de Israel em todas as frentes. As FDI protegerão os residentes do Estado de Israel.
A organização terrorista Hamas e todos os terroristas envolvidos em prejudicar os cidadãos de Israel pagarão um preço muito elevado. Nos últimos dias, o Ministro das Relações Internacionais, Eli Cohen, recebeu vários ministros das Relações Internacionais em Israel em visitas de solidariedade, incluindo o Secretário de Estado dos EUA e os chanceleres de Reino Unido, Alemanha, França, Itália,
Canadá e Romênia. Visitas adicionais incluem uma dos líderes das organizações judaicas mais importantes dos EUA.
Além disso, o chanceler alemão Olaf Schulz está visitando Israel, e o presidente dos EUA, Joe Biden, deverá visitar o país amanhã (18 de outubro), numa expressão da profunda aliança e como parte do firme apoio moral e prático dos Estados Unidos a Israel.
*As informações são da Embaixada de Israel.


