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O Jardim Botânico de Brasília recebeu, na quinta-feira, a apresentação oficial da macieira Almaty Aport, espécie símbolo do Cazaquistão, que passa a integrar a coleção da “Alameda das Nações e dos Estados”. O ato foi marcado pela instalação de uma placa informativa e pela presença de autoridades brasileiras e cazaques.
Participaram da cerimônia o secretário-executivo de Relações Internacionais do Governo do Distrito Federal, Paolo César Chaves; a diretora-adjunta do Jardim Botânico, Daniella Fernandes Martins dos Anjos Soares; o presidente do Fórum de Amizade Cazaquistão-Brasil, Ulisses Riedel; o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil–Cazaquistão, Cassiano Viana; além de representantes do Itamaraty, do corpo diplomático, da sociedade civil e da imprensa.
O embaixador do Cazaquistão, Bolat Nussupov, destacou que a chegada da variedade Almaty Aport coloca o país asiático ao lado de outras nações que já apresentam suas espécies no espaço do Jardim Botânico. Ele relembrou a origem histórica da maçã Aport e ressaltou seu caráter simbólico para o povo cazaque. O diplomata agradeceu ainda à equipe da instituição brasileira pelo cuidado dedicado às árvores.
Representando o Governo do Distrito Federal, Paolo Chaves agradeceu à embaixada pela doação da espécie e afirmou que a iniciativa “enriquece o patrimônio natural do Jardim Botânico” e deve aumentar o interesse dos visitantes pelo Cazaquistão. Segundo ele, o número de frequentadores cresce ano após ano.
Fundado em 8 de março de 1985, o Jardim Botânico de Brasília foi o primeiro do país dedicado majoritariamente ao ecossistema do Cerrado. Com 5 mil hectares de área total — dos quais 526 abertos à visitação —, o espaço abriga espécies raras de flora nativa e uma coleção internacional na Alameda das Nações e dos Estados, que reúne árvores simbólicas de diferentes países, como cerejeiras do Japão, lavandas e oliveiras da Espanha, além de tamareiras e figueiras de Israel.
Fonte e fotos: Embaixada do Cazaquistão.


