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O turismo no Alasca registrou crescimento em 2025 e alcançou um novo patamar de destaque no cenário internacional. Entre maio de 2024 e abril de 2025, o estado recebeu mais de 3 milhões de visitantes, número recorde que confirma a recuperação plena do setor e reforça o papel do turismo como um dos pilares da economia local.
A maior parte do fluxo continua concentrada no verão, período que responde por cerca de 88% das visitas, impulsionado principalmente pelo turismo de cruzeiros. Portos como Juneau, Ketchikan e Skagway seguem entre os mais movimentados, funcionando como porta de entrada para milhares de viajantes interessados em fiordes, geleiras e paisagens intocadas.
A principal força de atração do Alasca segue sendo sua natureza monumental. Parques nacionais, como Denali, Glacier Bay e Kenai Fjords, atraem visitantes em busca de contato direto com a vida selvagem, trilhas, pesca esportiva e voos panorâmicos sobre geleiras. A combinação entre preservação ambiental e experiências ao ar livre mantém o destino entre os mais desejados do turismo de aventura.
Outro vetor de crescimento é o turismo de inverno, que vem ganhando espaço com a procura pela aurora boreal, esportes na neve e eventos tradicionais, como corridas de trenós puxados por cães. A diversificação da oferta ajuda a reduzir a sazonalidade e amplia o perfil do visitante.
Além da paisagem, cidades como Anchorage investem em cultura, história e identidade indígena, ampliando o leque de experiências para além do ecoturismo. Museus, festivais e roteiros culturais fortalecem o turismo urbano e atraem um público interessado em vivências autênticas.
Com números em alta, o desafio agora é equilibrar crescimento, sustentabilidade ambiental e qualidade de vida das comunidades locais — tema central nos debates sobre o futuro do turismo no Alasca.
*É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.


