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As Forças de Defesa de Israel (FDI) começaram na noite de ontem (02) uma operação direcionada no Campo de Refugiados de Jenin contra a infraestrutura terrorista e agentes do terrorismo que lá se instalaram. A operação antiterrorista é resultado de informações de inteligência que revelaram o uso de um prédio em Jenin – próximo de escolas e de instalações da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados – como centro de comando operacional conjunto para o Campo de Jenin e para as operações da “Brigada de Jenin”, célula terrorista local da Jihad Islâmica.

O centro de comando operacional também servia como centro avançado de observação e reconhecimento, um local onde os terroristas armados se reuniam antes e depois das actividades terroristas, um local para armas e explosivos e um centro de coordenação e comunicação entre os terroristas. Além disso, o centro de comando serviu de abrigo para indivíduos procurados envolvidos na execução de ataques terroristas nos últimos meses na região.

As forças de segurança atuam de forma direcionada contra os elementos terroristas armados, fazendo os maiores esforços possíveis para evitar danos à população civil. A atividade das FDI no acampamento é feita com grandes esforços para preservar a textura e a rotina da vida de todos os residentes da Judeia e Samária. Assim, a entrada de trabalhadores palestinos em Israel continua e a rotina da atividade civil é mantida em toda a região.

Jenin é líder em número de atentados contra isralenses quando comparada com outras cidades na Judeia e na Samaria. Ao todo, entre desde março de 2022, 15 cidadãos israelenses foram mortos por ataques advindos da área, além de vários feridos por incontáveis pequenos incidentes terroristas. Muitas das tentativas de atentados poderiam ter levado à mais perdas humandas se não houvessem sido frustrados pela inteligência israelense.

A atual onda de terrorismo é resultado de uma incitação contínua por parte de todo o sistema palestino. O incentivo e a incitação ao terrorismo na Cisjordânia por parte do Irã, do Hamas e da Autoridade Palestina (AP) são particularmente notáveis.

Enquanto isso, as organizações terroristas Jihad Islâmica Palestina e Hamas tiram proveito da instável governança da Autoridade Palestina e sua recusa em agir contra os elementos terroristas para se estabelecerem em todo a Judeia e Samária – e isso não deixa opção às Forças de Defesa de Israel a não ser entrar e operar em áreas de atrito em para evitar ataques contra Israel.

Israel condena veementemente o terrorismo palestino e a deliberada posição da AP em ignorar o incitamento – e especialmente as expressões de apoio dos oficiais da AP aos ataques e os pagamentos que a AP faz às famílias de Palestinos mortos, feridos ou presos enquanto executavam violência politicamente motivada contra Israel. A AP deve ser pressionada para que cumpra seu papel de acalmar a área, impedir ataques terroristas e prevenir incitações e desinformações, exigir que os palestinos erradiquem a violência e incitação entre si e se abstenham de medidas que desestabilizem a área.

Enquanto isso, Israel continuará a tomar uma atitude dura e intransigente contra o terrorismo em todas as suas formas, a fim de garantir a segurança de seus cidadãos.

* Com informações da Embaixada de Israel

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